quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Legião Urbana - Mais uma vez


Musica que lembra bem e faz refletir sobre o texto "venha ver o por do sol"      

    



Postado por: Matheus e kaue

Ela não Gosta de Mim - Gustavo Mioto CLIPE OFICIAL



        Afinal de contas o mundo não é tão perfeito assim,o mundo da voltas.
                                               
                                Guilherme Danzi Justimiano  e Vinicius Alexandrino Bosco.

Sintese do texto venha ver o por do sol em 60 palavras








O texto mostra que pessoas mudam por apenas dinheiro, Ricardo, na história é um tipo de romeu que perdeu todo o seu dinheiro mas não a magia do romantismo, sua amada depois de muito tempo seguiu outro caminho que era diferente do esperado por ele quando marca um ultimo encontro, depois de uma enorme decepção as magias voltam ao sorriso.

                                                                                                                      Postado por: Kaue


Bibliografia de Lygia Fagundes Telles






A futura escritora, contista e advogada Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo, a 19 de abril de 1923, filha de Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura. Sua infância foi marcada por um nomadismo incessante, uma vez que seu pai, delegado e promotor, estava sempre peregrinando pelo interior paulista. A menina cresce ouvindo histórias narradas por pajens e outras crianças.

Mais tarde, já sabendo ler e escrever, Lygia passa a criar suas próprias narrativas e, aos oito anos, já anota no caderno os contos que irá transmitir para sua pequena platéia nos círculos caseiros. Seu primeiro contato com a literatura é através das histórias de terror, povoadas de personagens folclóricos, como mulas-sem-cabeça, lobisomens e outros. De retorno à capital, com os pais separados, ela passa a estudar no Instituto de Educação Caetano de Campos, e lá trava conhecimento com o professor Silveira Bueno, que estimula sua vocação literária. Em 1938, a autora lança seu primeiro volume de contos, Porão e Sobrado, com o auxílio do pai, que paga esta edição, na qual ela utiliza o nome Lygia Fagundes.Ela se gradua na Escola Superior de Educação Física e, depois, na Faculdade de Direito de São Paulo. Nesta academia, ela mergulha no universo da literatura, tornando-se membro do grupo de redatores das revistas Arcádia e XI de Agosto. Neste contexto, ela entra em contato com Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Sales Gomes, entre outros intelectuais. Logo depois, em 1944, sai seu segundo livro de contos, Praia Viva, publicado pela Martins, editora paulista. No ano seguinte seu pai morre, o que representa para a escritora uma grande perda.Lygia só volta a lançar outra obra de contos em 1949, três anos depois de concluir a faculdade de Direito – O Cacto Vermelho, publicado pela Editora Mérito. Desta vez seu livro recebe o Prêmio Afonso Arinos, oferecido pela Academia Brasileira de Letras. Em 1950 ela se casa com seu professor, o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., então deputado federal. Deste matrimônio nasce seu filho, Goffredo da Silva Telles Neto, futuro cineasta. Com o compromisso assumido, ela é obrigada a se mudar para o Rio de Janeiro.Ao voltar para sua terra natal, a escritora inicia a criação de seu primeiro romance, Ciranda de Pedra, elaborado em grande parte na famosa fazenda Santo Antônio, em Araras, interior de São Paulo, onde se reuniam nos anos 20 os pioneiros do Modernismo. Ele é finalmente publicado pelas Edições O Cruzeiro, editora carioca, em 1954. Ela se separa de seu primeiro marido, em 1960, e logo depois assume o cargo de procuradora do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo. Dois anos depois é publicado Verão no Aquário, sua segunda ficção, pela editora Martins.
Ela se casa novamente com o velho amigo, professor e escritor Paulo Emílio Salles Gomes, criador da Cinemateca Brasileira, que a deixa viúva em 1977. Escreve As Meninas, atenta ao contexto político que o país atravessa. Atendendo a um pedido do cineasta Paulo César Sarraceni, ela adapta para as telas do cinema a obra de Machado de Assis, D. Casmurro, em parceria com Paulo Emílio, roteiro batizado como Capitu.Sua obra é hoje internacionalmente reconhecida, e em sua coleção de prêmios constam alguns de alcance internacional, como o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros, doado pela França ao seu livro de contos Antes do Baile. A escritora participa também ativamente de congressos, debates, seminários e conferências.

                            Guilherme Danzi Justimiano.

Síntese do conto Venha ver o pôr-do-sol

Venha ver o pôr-do-sol é um conto de romance entre duas pessoas da Raquel e do Ricardo:o Ricardo chamou Raquel para um ultimo encontro;esse encontro foi feito no cemitério no pôr-do-sol,ela não achou nada romântico,;por ser uma pessoa que pensa no dinheiro e de um rapaz simples que pensa no seu amor.
                                                                                  Guilherme Danzi Justimiano.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Medianeira-Filme que conta a vida como realmente é !

O filme conta a história de duas pessoas;um homem e uma mulher jovens,que viviam sozinhos em apartamentos que não haviam janelas,eles viviam sozinhos e deprimidos em uma vida de poucas emoções,até que um entra na vida do outro amorosamente.
Há no filme uso de drogas e relacionamentos sexuais,cenas não muito educativas e positivas para os telespectadores,todos os atores do filme praticamente usam drogas,é muito parado sem fortes emoções e sem quase nenhum ensinamento ou reflexão para quem assiste.
É um filme que conta a realidade nos dias de hoje,em uma cidades de vários prédios,veículos;muitas pessoas juntas,mas sem muita comunicação  entre eles,é um bom filme para quem quer ver a realidade dos dias de hoje e um romance que há no filme.
                                                                              Guilherme Danzi Justimianos

Liberdade às cobaias

Robôs alimentados com células humanas podem substituir os animais de laboratórios em testes de cosméticos e outros produtos químicos.
Boas novas para tatinhos brancos,coelhinhos peludos e seus amiguinhos de laboratórios:o governo americano está desenvolvendo uma forma de acabar com a crueldade com animais em testes químicos.
Para medir a toxidade de produtos como pesticidas e cosméticos,pesquisadores das agências ambientais e de saúde dos EUA criaram um método em que um robô analisa os efeitos dessas substâncias em células humanas cultivadas em laboratório.
O conselho afirma que já é possível substituir muitos dos testes que são feitos em animais e a pesquisa anunciada pelos americanos é muito mais confiável que muitos testes realizados hoje em dia com cobaias.
O problema é que os super-robôs que substituiriam as cobaias ainda estão em fase preliminar de testes,devem demorar pelo menos 5 anos.Mas só quando esses robôs estiverem prontos podemos comemorar a substituição completa deles.Até lá ainda temos um longo cominho.
                                                                                  Guilherme Danzi Justimiano